Tecnologia de irrigação e saúde do solo salvam produtividade no hortifrúti diante de crises climáticas
Solo saudável e irrigação eficiente ganham protagonismo nas estratégias de produtores para enfrentar desafios climáticos e elevar a rentabilidade no campo

Produzir mais utilizando menos recursos se tornou uma das principais missões do agronegócio brasileiro. Em um cenário marcado por eventos climáticos cada vez mais extremos, oscilações na disponibilidade hídrica e custos crescentes de produção, produtores rurais têm voltado sua atenção para fatores que, até pouco tempo atrás, recebiam menos destaque nas lavouras: a saúde do solo e a eficiência da irrigação.
O movimento é especialmente perceptível em polos hortícolas como São Gotardo e Santa Juliana, em Minas Gerais, importantes regiões produtoras de alho, cenoura, cebola, beterraba, repolho e batata. Nessas culturas, cada vez mais sensíveis aos impactos do clima, a busca por tecnologias capazes de fortalecer o sistema radicular e otimizar o aproveitamento da água tem se tornado parte da estratégia produtiva.
Segundo Francisco de Carvalho, gerente comercial da Hydroplan-EB, o conceito de produtividade vem passando por uma transformação importante dentro das propriedades rurais.
“Os produtores perceberam que não basta apenas fornecer nutrientes. É preciso criar condições para que a planta desenvolva um sistema radicular forte, consiga explorar melhor o solo e aproveite cada gota de água disponível. Esse assunto tem ganhado espaço especialmente em culturas como alho e cenoura”, afirma.
Essa evolução do manejo passa pela adoção de ferramentas que atuam desde a biologia do solo até a eficiência dos sistemas de irrigação. Entre elas estão soluções como o Mikro HF, voltado ao fortalecimento do ambiente radicular e à atividade microbiológica, além dos HB10 DRIP e HB10 PIVOT, utilizados para auxiliar o aproveitamento da água e reduzir os efeitos dos estresses ambientais sobre as plantas. Essas tecnologias refletem uma tendência crescente de integrar nutrição, estimulo e manejo hídrico em busca de maior produtividade e sustentabilidade.
Na prática, o objetivo é criar condições para que as plantas desenvolvam raízes mais profundas, ampliem a absorção de nutrientes e suportem melhor períodos de estiagem, altas temperaturas e outras condições adversas. O resultado esperado é uma lavoura mais equilibrada, resiliente e produtiva.
O desafio não é pequeno. De acordo com a Embrapa, as hortaliças estão entre os cultivos mais suscetíveis aos impactos das mudanças climáticas, uma vez que eventos como estiagens prolongadas, temperaturas elevadas e irregularidade das chuvas afetam diretamente o desenvolvimento das plantas e a produtividade das lavouras.
“O agricultor está cada vez mais atento ao retorno por hectare. Quando ele consegue melhorar a eficiência da irrigação, reduzir perdas causadas por estresse climático e potencializar o desenvolvimento das plantas, os ganhos aparecem não apenas na produtividade, mas também na rentabilidade da operação”, explica Carvalho.
A tendência não se limita à horticultura. No Sudoeste Paulista, por exemplo, culturas como trigo e sorgo também vêm incorporando estratégias voltadas à eficiência hídrica e ao melhor aproveitamento dos recursos naturais, ampliando um movimento que deve ganhar força nos próximos anos.
Para o especialista, o futuro da agricultura passa necessariamente pela combinação entre tecnologia, sustentabilidade e uso inteligente dos recursos disponíveis. “A agricultura brasileira já alcançou níveis elevados de produtividade. O próximo salto será baseado em eficiência. Quem conseguir produzir mais utilizando melhor a água, fortalecendo o solo e reduzindo os impactos dos eventos climáticos terá uma vantagem competitiva importante dentro do mercado”, conclui.
Sobre a Hydroplan-EB:
Com 27 anos de atuação, a Hydroplan-EB tem como propósito tornar o agronegócio mais sustentável, oferecendo produtos que garantem uma safra mais eficiente e menor impacto ambiental. Referência global na aplicação do gel na agricultura, a empresa se destaca também no desenvolvimento e uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, no mercado agrícola.
Mais informações em: http://hydroplan-eb.com/
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Para o presidente da Fundação Nilo Coelho e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, o início das obras representa a concretização de um sonho e um investimento no futuro das novas gerações. “O Governo de Pernambuco está realizando esse sonho, resgatando esse projeto e, acima de tudo, ajudando a construir um novo futuro para essa criançada e para as gerações que aqui vão sonhar junto conosco”, destacou.





