Governadora, que busca a reeeleição, tem agendas desde das 8h55 deste domingo(16) até a noite quando encerra em Petrolina. Acompanhe!
A governadora Raquel Lyra (PSD), que busca a reeleição pela Coligação Pernambuco de Coração, inicia a campanha eleitoral neste domingo (16) cumprindo uma série de agendas no Recife, em Caruaru e Petrolina.
O primeiro compromisso, no Recife, serão os adesivaços nos comitês da Zona Sul e da Zona Norte da capital pernambucana, a partir das 8h55.
Já à tarde, a governadora fará a mesma ação de campanha em Caruaru, no Agreste, e de lá segue para Petrolina encerrando a programação do primeiro dia.
A vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), e os candidatos a senadores Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD) acompanharão Raquel Lyra durante toda a programação, do compromisso mais cedo em Recife até o encerramento em Petrolina.
Nesse sábado (15), último dia antes do início oficial da campanha, Raquel dedicou a manhã para a gravação de materiais para o guia eleitoral. À tarde, a candidata comandou reunião com a equipe de campanha.
Confira a agenda detalhada da gestora neste fim de semana:
DOMINGO
8h55 – Adesivaço no comitê do Pina, no Recife Endereço: Av. Herculano Bandeira, nº 825, bairro do Pina, Zona Sul do Recife. Logo após a ponte do Pina.
10h55 – Adesivaço no comitê da Avenida João de Barros, no Recife Endereço: Avenida João de Barros, nº 288, bairro da Soledade, área central do Recife.
13h55 – Adesivaço no comitê na Agamenon Magalhães, em Caruaru Endereço: Avenida Agamenon Magalhães, nº 1435, bairro de Maurício de Nassau, Caruaru, ao lado do posto Ipiranga.
16h55 – Adesivaço no comitê em Petrolina Endereço: Avenida Guararapes, sem número, Petrolina, ao lado do antigo Vale da Sorte.
18h55 – Evento político do candidato a deputado federal Miguel Coelho Endereço: Avenida 7 de Setembro, Petrolina, próximo ao pátio de eventos
A direita de Pernambuco terá seu primeiro grande ato público em Petrolina neste domingo (16). A partir das 15h22, quando será inaugurado na Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio o comitê de campanha de Lara Cavalcanti, candidata a deputada estadual e Carlos Britto, candidato a federal (ambos do PL).
Na ocasião haverá também um ‘adesivaço’. O ato terá a cor amarela como símbolo e contará com a presença do candidato a senador Mendonça Filho (PL), que será uma das principais presenças do evento.
A inauguração reunirá lideranças políticas regionais e locais, apoiadores e representantes da direita pernambucana, reforçando a articulação do PL na região e a construção de um projeto político voltado para a região e para Pernambuco.
Para Lara Cavalcanti, o momento representa mais do que a abertura oficial de um espaço de campanha: é a oportunidade de reunir, no Sertão, aqueles que compartilham dos mesmos princípios e defendem um novo caminho para Pernambuco.
A presença de Mendonça Filho também reforça a unidade do PL em Pernambuco e a estratégia de fortalecimento da legenda no Interior pernambucano. Ex-governador, ex-vice-governador e ex-deputado federal, Mendonça vem ampliando sua agenda política pelo Estado.(Ascom)
Marina Silva e Simone Tebet, que concorrem ao Senado por São Paulo, participaram da abertura do evento, ao longo de outras lideranças
São Bernardo do Campo (SP) – No primeiro dia oficial de campanha nas eleições de 2026, as duas principais candidatas ao Senado pelo campo progressista em São Paulo dividiram o palco no ato inicial da corrida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, na manhã deste domingo (16/8). No Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) pediram voto uma à outra e a Lula no primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro. Lula chegou por volta das 10h40.
A primeira a discursar no palanque foi Tebet, que alterou o colégio eleitoral do Mato Grosso do Sul para São Paulo nestas eleições. Desta vez na corrida ao Senado, ela afirmou que “o lado de lá” seria responsável por tirar a soberania do país e citou a abertura de uma bandeira dos Estados Unidos em uma manifestação em defesa ao ex-presidente Jair Bolsonaro e contra a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento de sua prisão em 2025.
“Enquanto eles falam de pátria, quem defende as cores verde e amarela somos nós, porque eles, pais, filhos e até espíritos “não santos” que ficam na Avenida Paulista com bandeira estrangeira, são traidores da pátria”, disse Tebet.
A candidata ao Senado ainda ressaltou o apoio à programas sociais durante o terceiro governo Lula. “Enquanto eles falam de Deus e de Cristo, no fundo o que eles gritam é Barrabás. Enquanto eles falam de família, eles estão defendendo a família própria. Quem defende a família brasileira somos nós, com Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e com programas sociais”, acrescentou.
Já a candidata pela Rede Sustentabilidade disse que os aliados de Lula e o campo progressista entram, a partir deste domingo (16/8), em “estado permanente de campanha”.Além de pedir voto a si mesma e a Tebet, ela também fez um apelo para que os eleitores votem em Fernando Haddad (PT) para o governo paulista e em deputados federais e estaduais de esquerda.
“Nós estamos aqui porque nós queremos um Brasil com emprego, nós queremos um Brasil que respeite as mulheres, as crianças, que dê um futuro para os nossos jovens, não é justo que eles queiram voltar para destruir as políticas que tiraram o Brasil da linha da pobreza, do mapa da fome, não é justo que eles queiram continuar destruindo a Amazônia, o cerrado, a Mata Atlântica, o Pampa, os biomas brasileiros”, esbravejou Marina.
Além de Marina e Tebet, uma série de outros candidatos participam do 1º ato de campanha de Lula, que escolheu São Bernardo do Campo para iniciar a corrida em 2026. A cidade é considerada o berço político do presidente, onde ele iniciou a atuação como líder sindicalista dos metalúrgicos no ABC Paulista, ainda durante a década de 1970.
Quatro dos cinco candidatos começam a campanha pelo Sudeste. Exceção é Ronaldo Caiado, que optou por iniciar a corrida em Goiás
Os candidatos a presidente com melhor desempenho nas sondagens eleitorais até agora escolheram as bases políticas ou locais de forte simbolismo para dar início, neste domingo (16/8), à campanha oficial ao Planalto. Os atos ocorrerão em quatro estados, sendo a maioria no Sudeste.
Lula vai começar a campanha em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde construiu parte da trajetória política. O ato, marcado para às 10h, será realizado no Estádio da Vila Euclides, espaço associado à atuação sindical do presidente antes da chegada à política institucional.
Também em São Paulo, Renan Santos escolheu o Largo São Francisco, na região central da capital, onde está a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). A escolha dá ao candidato do Missão um ponto de partida na principal cidade do país e em um endereço tradicional da política brasileira. O está marcado para às 13h.
Flávio Bolsonaro fará um comício às 10h na Praia de Copacabana, no Rio, estado em que cresceu e pelo qual foi eleito senador. O local também remete à estratégia eleitoral do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que realizou diversos atos na Avenida Atlântica.
Caiado será o único entre os cinco a iniciar a campanha fora do Sudeste. O candidato do PSD fará uma carreata por municípios do Entorno do Distrito Federal, em Goiás, estado que governou. A chamada Caravana de Caiado comecará às 8h da manhã em Águas Lindas de Goiás e terá encerramento em Luziânia, às 16h.
Já Zema escolheu Minas Gerais, estado que governou, para a largada. O candidato do Novo fará um ato no Mercado Central de Montes Claros, no norte mineiro, às 8h30. Com 414 mil habitantes no Censo de 2022, o município é o principal centro urbano da região.
Autorização para os certames foi publicada no Diário Oficial do Estado e oportunidades contemplam Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal, Secretaria de Saúde e UPE
O governo de Pernambuco autorizou a realização de um novo concurso públicocom 5.337 vagas para as áreas de segurança pública, saúde e Universidade de Pernambuco (UPE). A homologação que permite a realização dos certames foi publicada no Diário Oficial do Estado, e os editais deverão ser divulgados nos próximos dias.
Do total de oportunidades, 3.905 serão destinadas às forças de segurança, 1.263 à Secretaria Estadual de Saúde (SES) e outras 169 à UPE.
Na área de segurança pública, o maior número de vagas será para a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), com 1.320 oportunidades, sendo 1.250 para soldados e 70 para oficiais. A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) contará com 1.315 vagas, distribuídas entre 1.200 agentes, 70 escrivães e 45 delegados.
O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE) terá 570 vagas, das quais 510 para soldados e 60 para oficiais. Já a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) ofertará 700 vagas para o cargo de policial penal.
Na área da saúde, serão abertas 1.263 vagas, sendo 428 para médicos plantonistas, 542 para assistentes em saúde plantonistas, 283 para analistas em saúde plantonistas e 10 para fiscais em vigilância sanitária.
A Universidade de Pernambuco (UPE) contará com 169 vagas, distribuídas entre 117 médicos, 21 analistas técnicos em gestão universitária e 31 assistentes técnicos em gestão universitária.
Segundo a gestão estadual, os editais com as regras dos concursos, cronogramas e critérios de seleção serão publicados em breve. Informções do Diário de Pernambuco
O abuso de poder pode ocorrer quando recursos econômicos, estruturas empresariais, cargos públicos ou meios de comunicação são utilizados de maneira grave para interferir na disputa
Com o avanço do calendário eleitoral, candidatos e agentes públicos precisam redobrar a atenção às regras que buscam impedir o uso da estrutura do poder público para influenciar a disputa. A legislação eleitoral estabelece uma série de condutas proibidas durante a campanha, além de prever punições para práticas como abuso de poder, compra de votos, fraude e uso irregular de recursos.
As regras estão reunidas na Resolução nº 23.735/2024 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizada para as Eleições 2026 pela Resolução nº 23.757, aprovada em março deste ano. A norma disciplina tanto os principais ilícitos eleitorais quanto as condutas vedadas especificamente a agentes públicos.
Entre as restrições estão o uso de bens e serviços públicos em benefício eleitoral, a utilização de servidores durante o expediente, a publicidade institucional nos três meses anteriores ao pleito e a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas. As regras também alcançam conteúdos divulgados na internet e o uso de inteligência artificial durante a disputa.
O que é considerado ilícito eleitoral?
A resolução do TSE reúne seis grupos principais de irregularidades: abuso de poder, fraude, corrupção eleitoral, arrecadação e gastos ilícitos de campanha, captação ilícita de sufrágio e condutas vedadas a agentes públicos.
O abuso de poder pode ocorrer quando recursos econômicos, estruturas empresariais, cargos públicos ou meios de comunicação são utilizados de maneira grave para interferir na disputa. Para sua caracterização, não é necessário demonstrar que a prática alterou o resultado da eleição. A Justiça Eleitoral considera a gravidade da conduta e sua repercussão no contexto do pleito.
Já a captação ilícita de sufrágio, conhecida como compra de votos, ocorre quando candidato oferece, promete, doa ou entrega alguma vantagem pessoal ao eleitor com o objetivo de obter seu voto. A vantagem pode envolver dinheiro, produtos, serviços, emprego ou função pública. A regra vale desde o registro da candidatura até o dia da eleição.
Também são considerados ilícitos o recebimento ou uso irregular de recursos de campanha quando a irregularidade ultrapassa uma simples falha contábil e assume relevância jurídica.
Recursos para mulheres, pessoas negras e indígenas
A atualização feita pelo TSE em 2026 também reforçou o tratamento dado ao desvio de recursos públicos destinados às candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas.
Segundo a norma, a irregularidade pode ser considerada grave independentemente do valor desviado, desde que fique comprovado que os recursos não foram utilizados em benefício das candidaturas às quais estavam destinados.
IA e desinformação entram no radar da Justiça Eleitoral
As regras para 2026 também incorporam de maneira mais explícita o uso da internet, de serviços de mensageria e de conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial.
A utilização desses meios para divulgar informações falsas ou descontextualizadas com o objetivo de prejudicar adversários, beneficiar candidaturas ou atacar a credibilidade do sistema eletrônico de votação pode configurar uso indevido dos meios de comunicação e, dependendo das circunstâncias, abuso de poder político ou econômico.
A norma também alcança conteúdos sintéticos produzidos ou modificados por inteligência artificial ou tecnologias equivalentes quando houver violação das regras eleitorais.
O que agentes públicos não podem fazer
As condutas vedadas têm como objetivo impedir que a estrutura da Administração Pública seja utilizada para desequilibrar a disputa entre candidatos.
Entre as principais proibições estão:
Usar bens públicos: agentes públicos não podem ceder ou utilizar imóveis, veículos, equipamentos, materiais ou outros bens da Administração em benefício de candidatos, partidos, federações ou coligações. A legislação prevê exceção para a realização de convenções partidárias.
Usar servidores em campanha: servidores e empregados públicos não podem ser colocados à disposição de campanhas durante o horário normal de expediente.
Fazer publicidade institucional: nos três meses anteriores à eleição, é proibida a publicidade institucional de atos, programas, obras e serviços públicos, salvo as exceções previstas em lei. A restrição também alcança conteúdos já autorizados anteriormente que ainda estejam disponíveis nos canais oficiais.
Participar de inaugurações: candidatos não podem comparecer a inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem a eleição. Eventos que tenham aparência ou simulem inaugurações também podem ser alvo de investigação.
Contratar shows com dinheiro público: também fica proibida, nesse período, a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos para inaugurações de obras.
Redes sociais oficiais também entram na regra
Uma das mudanças destacadas pelo TSE para 2026 diz respeito ao conteúdo dos canais oficiais de governos e órgãos públicos.
Nos três meses anteriores ao pleito, agentes públicos devem adotar as providências necessárias para adequar sites, redes sociais, canais e demais meios oficiais de informação. A publicidade institucional vedada pode ser identificada pela presença de nomes, slogans, símbolos, expressões, imagens ou outros elementos que permitam associar o conteúdo a autoridades, governos ou administrações cujos cargos estejam em disputa.
A regra vale inclusive para materiais cuja divulgação tenha sido autorizada antes do início do período de restrição.
Quais são as punições?
O descumprimento das regras pode provocar diferentes consequências, de acordo com a conduta e sua gravidade.
Entre as medidas previstas estão a suspensão do ato irregular e de seus efeitos, aplicação de multa, cassação do registro ou do diploma da candidatura beneficiada e devolução de recursos públicos quando houver desvio de finalidade.
Em casos de abuso de poder, a Justiça Eleitoral também pode declarar a inelegibilidade dos responsáveis por oito anos.
Nas condutas vedadas a agentes públicos, a configuração do ilícito é considerada objetiva: em determinadas situações, não é necessário comprovar que a prática efetivamente alterou o resultado da eleição. Para a cassação, porém, é necessário avaliar a gravidade da conduta, considerando seus aspectos qualitativos e quantitativos.
Quem julga cada caso?
A competência da Justiça Eleitoral varia conforme o cargo em disputa. Nas eleições presidenciais, cabe ao TSE analisar os casos. Nas disputas para governador, vice-governador, senador e deputados federal, estadual ou distrital, a competência é dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Já nas eleições municipais, os casos são analisados pelos juízos eleitorais.
As regras fazem parte da regulamentação das Eleições 2026 e buscam preservar a igualdade de condições entre as candidaturas, evitando que recursos públicos, estruturas administrativas, poder econômico ou meios de comunicação sejam utilizados para interferir indevidamente na escolha do eleitor.
O governo da Bahia divulgou edital de concurso público com 750 vagas para a Polícia Civil, para os cargos de delegado, escrivão e investigador.
O certame é de responsabilidade do Instituto AOCP e destina vagas afirmativas para negros e Pessoas com Deficiência (PCD).
Para o cargo de investigador, é necessário ter diploma de ensino superior e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria “B”, no mínimo, enquanto para escrivão, é preciso ter diploma de curso superior em qualquer área.
Para ambos os cargos, o salário básico é de R$ 1.944,74, acrescido de Gratificação de Atividade de Polícia Judiciária (GAPJ III), equivalente a R$ 2.057,39, podendo ser acrescidas outras vantagens e a remuneração atingir o valor de R$ 6.433,06.
Já para delegado, é requisito ter diploma de bacharel em Direito. A remuneração ofertada é de R$ 6.449,78 mais GAJ III, equivalente a R$ 1.983,66, podendo ser acrescidas outras vantagens e o salário atingir R$ 16.495,67.
Para todas as funções, a carga horária semanal de trabalho é de 40 horas.
Confira distribuição das vagas:
– 100 vagas para delegado;
– 150 vagas para escrivão;
– 500 vagas para investigador.
Seleção
O concurso público será realizado em três etapas:
– Provas objetivas – contendo 100 questões – e discursivas, de caráter eliminatórias e classificatórias, a serem aplicadas no dia 6 de dezembro, em Salvador.
– Prova de títulos, apenas de caráter classificatório.
Os candidatos classificados nas primeiras etapas também passarão por testes de aptidão física, exames médicos e psicológicos, além de investigação social e, por último, curso de formação.
Inscrições
As inscrições abrem no dia 7 de agosto e seguem até 8 de setembro, no site do Instituto AOCP.
A taxa de participação custa R$ 190 para os cargos de escrivão e investigador, e R$ 220 para delegado.
O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período, a critério do governo da Bahia.
O resultado final está previsto para ser divulgado em 13 de maio de 2027.
Ao todo, serão 12 postulantes ao cargo máximo da República. Aqueles com maiores chances nas pesquisas de intenção de voto escolheram seus berços eleitorais para lançar, hoje, as campanhas. Lula estará em São Bernardo, e Flávio, em Copacabana
A campanha petista usa a foto do histórico discurso em São Bernado, em 1979, para falar da trajetória de Lula como liderança – (crédito: Fernando Pereira)
Os dois candidatos mais bem pontuados nas pesquisas eleitorais — o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL) — colocam suas campanhas nas ruas, hoje, em cenários carregados de significado em suas respectivas carreiras políticas para marcar a largada. Com o lema “onde tudo começou”, Lula estará, a partir das 9 horas, no Estádio Municipal 1º de Maio, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), onde fez um de seus primeiros discursos como sindicalista, em 1979. Flávio fará um ato na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, espaço associado às grandes manifestações de apoio a seu pai, Jair Bolsonaro, nos últimos anos.
A escolha dos palcos traduz, em parte, a estratégia que cada campanha pretende levar para os próximos 49 dias até a votação. Lula recorre à própria biografia e à imagem de liderança construída ao longo de décadas, enquanto Flávio procura se apresentar como herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro sem ficar restrito ao eleitorado que já se identifica com o bolsonarismo. A largada ocorre em um cenário ainda aberto. A pesquisa Quaest divulgada na última sexta-feira mostra Lula com 38% das intenções de voto no primeiro turno, ante 31% de Flávio. No segundo turno, a diferença cai para três pontos: 43% a 40%, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Os demais levantamentos recentes também apontam Lula na dianteira, mas registram uma distância menor em um eventual segundo turno. Na pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 10 de agosto, o petista aparece com 40% contra 35% de Flávio no primeiro turno. Na simulação de segundo turno, Lula tem 47%, e o senador, 44%. Já o levantamento CNT/MDA, divulgado no dia seguinte, mostra uma diferença maior: 42,4% a 28,7% no primeiro turno e 48% a 39,1% no segundo. Os resultados, portanto, variam de acordo com a metodologia e o momento de cada levantamento, mas convergem em um ponto: Lula começa a campanha à frente, enquanto Flávio aparece como o principal nome de oposição e tenta reduzir a distância.
Para Lula, a experiência de quem já ocupou o Palácio do Planalto por três mandatos é uma das principais ferramentas eleitorais. Aos 80 anos, o presidente deverá explorar a comparação entre o governo atual e os anos de Jair Bolsonaro, buscando apresentar resultados econômicos e sociais como argumento para a continuidade. A campanha também pretende aproximá-lo de segmentos que não integram tradicionalmente o eleitorado petista, sobretudo jovens, enquanto a primeira-dama Janja da Silva deve ganhar espaço na comunicação eleitoral depois de críticas à ausência de mulheres na convenção que oficializou a candidatura. Alckmin e o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também estão previstos entre os participantes do ato de lançamento em São Bernardo.
A economia deverá ocupar uma posição central nessa narrativa. A campanha petista pretende associar o governo à melhora nos indicadores de emprego, valorização do salário mínimo — que em 2027 será de R$ 1.717, conforme previsto no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias elaborado pela atual equipe econômica — e recuperação da renda.
Outro tema explorado pela campanha petista é a relação do Brasil com os Estados Unidos. O conflito comercial provocado pelo tarifaço do governo de Donald Trump abriu espaço para que Lula reforçasse o discurso de defesa da soberania. A ideia é associar o discurso bolsonarista à submissão ao governo Trump. “Se o Brasil tem a segunda reserva de metais críticos do mundo, essa riqueza é nossa. Não pode a família Bolsonaro entregar isso para o Trump. O Trump vai fazer o Brasil virar colônia de novo, não exportar”, disse, Edinho Silva, presidente do PT, em entrevista na última quinta-feira.
Mas há muitos obstáculos a enfrentar. A avaliação do governo permanece dividida e a eleição se desenha em ambiente de forte polarização. A pesquisa Quaest mostra 48% de desaprovação do governo, enquanto 53% dos entrevistados dizem acreditar que o país está indo na direção errada. A rejeição também é elevada entre os dois principais candidatos: 52% para Lula e 54% para Flávio.
A herança paterna
No campo bolsonarista, o desafio é manter eleitorado independente. Ontem, por exemplo, Flávio comeu pão com leite condensado, marca registrada de Jair Bolsonaro, em sua padaria favorita.
A estratégia preserva temas tradicionais da direita, como segurança pública, críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), defesa dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, responsabilidade fiscal e redução do tamanho do Estado. Ao mesmo tempo, a campanha tenta abrir novas frentes de diálogo com mulheres, jovens e eleitores de centro-direita.
O programa de governo apresentado por Flávio passou a dedicar mais espaço às mulheres, com propostas voltadas à autonomia financeira e à saúde feminina. A tentativa de ampliar a interlocução com esse eleitorado ganhou importância depois da escolha de Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice. A campanha havia considerado a possibilidade de uma mulher para ocupar a vaga, em uma tentativa de reduzir resistências à candidatura, mas acabou optando pelo deputado alagoano. A escolha colocou sobre Michelle Bolsonaro e Fernanda Bolsonaro parte da tarefa de construir uma comunicação específica com as eleitoras.
Candidato foi ontem à padaria favorita do pai e comeu um pão com leite condensado(foto: PABLO JACOB)
Michelle voltou a aparecer publicamente ao lado de Flávio durante as gravações da campanha depois do período de afastamento entre os dois. A participação da ex-primeira-dama, entretanto, deverá ser conciliada com sua própria agenda política e com os cuidados dedicados a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar após condenação a 27 anos e três meses de prisão. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse ao Correio que Michelle terá papel relevante na campanha, mas ressaltou que ela também está envolvida na organização de sua própria candidatura ao Senado e na estruturação do PL Mulher.
“A Michelle Bolsonaro terá um papel fundamental na campanha. Ela está se organizando para ser candidata ao Senado e estruturou o PL Mulher em todo o país”, afirmou Valdemar.
Fernanda Bolsonaro deve aparecer em conteúdos destinados principalmente ao público feminino e na construção de uma imagem mais familiar do candidato. A estratégia é apresentar Flávio como marido e pai, aproximando-o de um eleitorado que não necessariamente se identifica com os embates políticos mais duros associados ao bolsonarismo. A família, ao mesmo tempo, continua sendo um dos principais elementos de identificação do candidato com a base construída pelo ex-presidente.
A campanha também deverá contar com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para ampliar a presença de Flávio nas redes sociais. Embora tenha se afastado inicialmente das atividades da campanha e concentrado sua atuação em Minas Gerais, há relatos nos bastidores de que o deputado deverá ajudar na comunicação digital da candidatura e dialogar com o público jovem de todo o país.
Nos últimos meses, Nikolas vinha sendo alvo de críticas de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, que está nos Estados Unidos, sob a avaliação de que o deputado mineiro não estaria suficientemente engajado na campanha presidencial. Um aliado ouvido pelo Correio sob reserva, contudo, afirma que Nikolas sempre esteve à disposição. “Nikolas sempre esteve à disposição, pois é um deputado que tem muita consideração ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mas que esperava o melhor momento para entrar na campanha”, disse a fonte. A aproximação acrescenta à candidatura um dos principais nomes da direita nas redes sociais e reforça a tentativa de Flávio de alcançar eleitores jovens.
A comunicação digital será particularmente importante para Flávio porque o candidato precisa alcançar eleitores que não necessariamente participam de atos de rua ou acompanham a propaganda política tradicional.
Na disputa pelo eleitorado, Alfredo Gaspar terá outra função. Ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas e deputado federal, ele poderá ser utilizado para reforçar a agenda de combate à criminalidade, mas também para explorar o desgaste do governo Lula em torno das fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A campanha pretende associar o episódio a falhas de fiscalização e gestão do governo petista. O tema permite que Flávio ataque o adversário sem abandonar uma das principais bandeiras de sua própria candidatura: segurança pública.
A escolha de Copacabana para o primeiro ato segue a mesma lógica. A orla foi palco de algumas das maiores mobilizações de apoio a Jair Bolsonaro e tornou-se um dos espaços mais conhecidos de demonstração de força do bolsonarismo no Rio. Ao iniciar a campanha ali, Flávio reforça a conexão com o legado político do pai e tenta produzir uma demonstração de mobilização logo no primeiro dia oficial da corrida. A campanha também avalia agendas em outros locais associados à trajetória de Bolsonaro, como Juiz de Fora (MG), onde o ex-presidente sofreu um atentado a faca durante a campanha de 2018.
O problema para Flávio é transformar essa capacidade de mobilização em votos suficientes para avançar além do núcleo bolsonarista, tendo em vista a rejeição apontada pela Quaest. O levantamento também indica que ele tem desempenho mais forte entre evangélicos, eleitores com ensino superior e pessoas com renda acima de cinco salários mínimos, enquanto Lula apresenta vantagem entre eleitores de baixa renda, católicos, pessoas negras e de menor escolaridade. Entre os jovens de 16 a 34 anos, os dois aparecem próximos.(Informações do Correio Brasiliense)
Entre os pontos principais destaca-se a previsão da construção de 250 novas creches, com um total de 60 mil novas vagas criadas, números que também constavam no plano de governo divulgado em 2022
A governadora Raquel Lyra (PSD) anexou, no início da tarde desse sábado (15), o plano de governo da sua candidatura ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2026. O documento consta na plataforma de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reúne as principais informações dos participantes no pleito deste ano.
Com o nome oficializado desde o dia 5 de agosto, na convenção estadual do PSD Pernambuco, Raquel foi a última entre as oito chapas que disputam a vaga no Palácio do Campo das Princesas a apresentar formalmente as suas propostas. No calendário deste ano, o TSE determinou que o prazo limite para registro de candidaturas seria até às 19h do dia 15 de agosto.
A candidata chegou a ser intimada pela Justiça Eleitoral na última quarta-feira (12), com a cobrança para a inclusão do documento em até três dias. Segundo o processo, a chapa deveria suprir ainda outras irregularidades burocráticas e documentais, sob pena de indeferimento do registro da candidatura.
As propostas da coligação Pernambuco de Coração para reeleger Raquel Lyra e Priscila Krause (PSD) ao Executivo estadual estão divididas em seis eixos: Educação, Ciência e Tecnologia; Saúde e Qualidade de Vida; Segurança, Cidadania e Direitos Humanos; Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura; Meio Ambiente e Cidades; e Gestão, Transparência e Combate à Corrupção.
Entre os pontos principais destaca-se a previsão da construção de 250 novas creches, com um total de 60 mil novas vagas criadas, números que também constavam no plano de governo divulgado em 2022, quando a então candidata chegou a adotar o apelido de “Racreche”. Ao longo da gestão atual, a governadora conseguiu entregar 11 novas creches do total previsto, atendendo a cerca de 300 crianças.(Diário de Pernambuco)
Apesar de ser frequentemente associado apenas à alimentação, o colesterol é uma substância essencial para o funcionamento do organismo. Presente em todas as células do corpo, participa da produção de hormônios, da vitamina D e da formação das membranas celulares.
As doenças cardiovasculares seguem entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo, e o colesterol elevado está entre os fatores de risco mais relevantes. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2025, aproximadamente uma em cada três pessoas no Brasil apresenta colesterol total acima de 200 mg/dL, enquanto cerca de um em cada cinco adultos possui níveis elevados de LDL-colesterol, condição que, na maioria das vezes, evolui de forma silenciosa e só é identificada em exames de rotina.
Apesar de ser frequentemente associado apenas à alimentação, o colesterol é uma substância essencial para o funcionamento do organismo. Presente em todas as células do corpo, participa da produção de hormônios, da vitamina D e da formação das membranas celulares. O problema surge quando seus níveis, especialmente do LDL, conhecido como “colesterol ruim”, se elevam, favorecendo o acúmulo de placas de gordura nas artérias e aumentando significativamente o risco de doenças cardiovasculares.
O colesterol circula no sangue por meio de diferentes lipoproteínas, sendo as principais o LDL (lipoproteína de baixa densidade) e o HDL (lipoproteína de alta densidade). Enquanto o LDL transporta colesterol para os tecidos e, em excesso, pode se depositar nas paredes das artérias, o HDL exerce o papel oposto, removendo o excesso da circulação e o leva de volta ao fígado para eliminação, razão pela qual é conhecido como “colesterol bom”.
Segundo a Dra. Rosangeles Konrad, médica e professora da pós-graduação em Cardiologia da Afya Educação Médica Brasília, um dos maiores desafios é justamente o fato de o colesterol alto não provocar sintomas na maioria dos casos. “O colesterol elevado costuma evoluir de forma silenciosa, e esse é um dos aspectos que mais preocupam. O paciente pode passar anos com o LDL alto, favorecendo a formação de placas nas artérias, sem apresentar qualquer sintoma. Não há dor, mal-estar ou outro sinal que chame atenção. Muitas pessoas só descobrem a alteração em um exame de rotina ou, infelizmente, após um evento cardiovascular, como infarto ou acidente vascular cerebral (AVC). Por isso, é fundamental manter o acompanhamento médico e realizar exames periódicos, especialmente quem tem histórico familiar, hipertensão, diabetes, obesidade ou outros fatores de risco.”
A especialista destaca que o diagnóstico precoce do colesterol alto ainda é um desafio, já que a doença costuma ser assintomática. Enquanto alguns pacientes descobrem a alteração durante exames de rotina e conseguem iniciar o tratamento antes do surgimento de complicações, muitos só recebem o diagnóstico após sofrerem um infarto ou um acidente vascular cerebral (AVC). Para ela, a baixa adesão aos exames preventivos entre pessoas sem sintomas continua sendo um dos principais entraves para reduzir a incidência das doenças cardiovasculares. “O cenário ideal é descobrir o colesterol alto durante um check-up de rotina, quando ainda há tempo para agir e evitar complicações. Infelizmente, muitos pacientes só recebem esse diagnóstico depois de um infarto ou de um AVC, o que reforça a importância dos exames periódicos, mesmo para quem se sente saudável”, afirma.
Além da predisposição genética, a cardiologista explica que os hábitos de vida exercem influência direta sobre os níveis de colesterol. Alimentação rica em gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados, sedentarismo, tabagismo e excesso de peso contribuem para o aumento do LDL e aceleram a formação de placas nas artérias. “Em muitos pacientes, principalmente os de risco baixo a moderado, só a mudança de hábitos já consegue reduzir o colesterol de forma bastante significativa. Quando necessário, o tratamento medicamentoso complementa essa estratégia para proteger o coração”, afirma.
Para pacientes com risco cardiovascular elevado ou doenças genéticas, como a hipercolesterolemia familiar, as mudanças no estilo de vida costumam precisar ser associadas ao tratamento medicamentoso. Atualmente, além das estatinas, existem opções como ezetimiba, ácido bempedoico e inibidores de PCSK9 (proteína produzida no fígado que se liga aos receptores de LDL) , indicadas conforme o perfil e o risco de cada paciente. “Hoje não dependemos apenas das estatinas. O arsenal terapêutico cresceu bastante nos últimos anos, permitindo um tratamento mais individualizado e melhores resultados no controle do colesterol”, destaca a médica da Afya.
9 orientações de como manter o colesterol em níveis saudáveis, segundo a cardiologista
Priorize alimentos naturais, como frutas, verduras, legumes, grãos integrais e leguminosas, que são ricos em fibras e ajudam a reduzir a absorção do colesterol.
Inclua fontes de gorduras saudáveis na alimentação, como azeite de oliva, castanhas, nozes, sementes e peixes ricos em ômega-3, que contribuem para a proteção do coração.
Reduza o consumo de gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados, presentes em frituras, embutidos, carnes gordurosas e produtos industrializados, que favorecem o aumento do colesterol LDL (“ruim”).
Pratique atividade física regularmente, acumulando pelo menos 150 minutos de exercícios de intensidade moderada por semana para melhorar os níveis de colesterol e a saúde cardiovascular.
Mantenha um peso corporal adequado, já que o excesso de peso está associado ao aumento do colesterol e do risco de doenças cardiovasculares.
Evite fumar e limite o consumo de bebidas alcoólicas, pois esses hábitos aumentam o risco de problemas cardiovasculares e comprometem a saúde do coração.
Controle também a pressão arterial e os níveis de glicemia, especialmente se houver hipertensão ou diabetes, já que essas condições potencializam os danos causados pelo colesterol elevado.
Realize exames periódicos, especialmente se houver histórico familiar de colesterol alto ou doenças cardiovasculares, para identificar alterações precocemente e iniciar o tratamento quando necessário.
Siga corretamente o tratamento prescrito pelo médico e não interrompa os medicamentos por conta própria, pois fármacos como as estatinas precisam de uso contínuo para manter o colesterol sob controle e reduzir o risco de complicações cardiovasculares.
A governadora Raquel Lyra (PSD) registrou, nesse sábado (15), o plano de governo junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O documento, com mais de 100 páginas, reúne entregas realizadas, ações em andamento e compromissos firmados para um eventual segundo mandato.
Entre as prioridades da chefe do Executivo estadual, que tenta a reeleição, estão obras estruturantes, como o Arco Metropolitano, a Transnordestina e a conclusão da requalificação do Hospital da Restauração. A governadora sintetiza o projeto como “Uma transformação que não pode parar”.
“Os próximos quatro anos vão definir os nossos próximos 50 anos. Já fizemos muita coisa boa, e a gente reconhece, em cada recanto do nosso Estado, obras e ações da nossa gestão. Por isso, o trabalho precisa continuar e não vamos permitir que o retrocesso volte a assolar Pernambuco. Esse plano é fruto de uma construção ampla. Veio de um processo de escuta e de muitas mãos que trabalham e conhecem os desafios do nosso Estado. Vamos continuar avançando. Esse é só o começo de uma história linda que passará pelo nosso chão e pelas nossas ruas, mudando de verdade a vida das pessoas”, afirmou a governadora.
Ainda de acordo com Raquel, as diretrizes reforçam a continuidade do trabalho dela à frente do Poder Executivo estadual e a consolidação de projetos iniciados em 2023, mantendo como pilares a responsabilidade fiscal, a sensibilidade e o compromisso com Pernambuco.
“É pela liderança da governadora Raquel Lyra que Pernambuco está hoje numa outra rota de desenvolvimento e de melhoria de vida da população. Com a sua credibilidade, diálogo com o setor produtivo, com os municípios e com cada cidadão pernambucano, restauramos a confiança que tinha sido perdida. Esse plano de governo é fruto dessa liderança, de uma escuta ampla, de trabalho sério e de um mesmo ritmo acelerado que Raquel imprime em toda a nossa equipe desde 2023”,enfatizou a vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause.
Outro destaque do documento é a conclusão das 250 creches prometidas por Raquel em 2022. As unidades, construídas em regime de colaboração com os municípios, vão garantir a criação de 60 mil vagas na educação infantil de Pernambuco.
Além disso, o plano de governo de Raquel Lyra prevê um aprofundamento da modernização tributária e o fortalecimento do ambiente de negócios em Pernambuco, consolidando o estado como o maior polo de economia e inovação do Nordeste.
A governadora também pretende focar no fortalecimento da colaboração com os municípios para garantir a alfabetização de crianças na idade certa. Planeja, ainda, fortalecer a produção e geração de renda da agricultura familiar e promover a reestruturação da rede hospitalar de média e alta complexidade.
Dos mais de 2 mil entrevistados, 30% afirmam que podem mudar
Título de eleitor (Antonio Augusto/Ascom/TSE)
Pesquisa Quaest divulgada nessa sexta-feira (14) mostra que, entre os eleitores que já escolheram um candidato à Presidência, 69% afirmam que seu voto é definitivo. Outros 30% dizem que ainda podem mudar de candidato.
A Quaest ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, presencialmente, de 10 a 13 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06773/2026.